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A reciclagem de embalagens de plástico, vidro e papel é uma coisa que fazemos sem grandes preocupações, há já bastante tempo cá em casa. O único problema é que se tornava inestético tem um caixote gigantesco para separar os lixos numa cozinha minúscula como é a minha. Entratanto na arrecadação encontrei esta caixa de madeira, a que achei muita graça, limpei-a, envernizei-a e é agora a minha caixa de reciclagem.
Aqui ficam as fotos:
Do tempo em que as garragas de whisky chegavam a Portugal, embaladas em caixas de madeira.
Não tenho feito comidinhas que mereçam a atenção deste Blog, por isso e porque hoje passei um dia no sossego da minha casa, resolvi fotografar a minha colecção de colheres de pau para a partilhar convosco.
Esta é uma colher de pau pintada vinda da Ucrania.
Estas são colheres de pau de decoração, a maior das três, veio da Irlanda, e é usualmente apelidada de colher de pau do amor, manda a tradição que os rapazes talhem as suas colheres de pau para oferecer e demonstrar o amor que sentem pela namorada, assim, quanto maior o trabalhado maior o amor. Esta é apenas uma miniatura. As outras são colheres de pau Africanas e nada sei da sua história, a mais pequena tem aplicações em osso.
Estas são colheres que eu chamo de Exóticas, a mais escura é feita de casca de coco e foi-me trazida da Malásia, a outra também oferta de uma amiga veio da Guiné.
Estas foram compradas por mim, ao longo dos anos, por essa Europa fora, a dos trevos veio também da Irlanda.
Finalmente, as portuguesas, a primeira pintada, é muito antiga, era pertença da minha avó e veio do Minho, a segunda foi comprada a um velhinho de Sendim, é talhada em madeira de Figueira, a última, também muito antiga foi-me oferecida por uma amiga e é Alentejana.