Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]
É no Dia Mundial da Alimentação, que me junto a mais uma edição do World Bread Day, a 7ª, promovida pela Zorra.
Este ano tenho andado um pouco perdida no tempo, pelo que não tive oportunidade de procurar uma receita típica portuguesa.
Mas isso não era motivo para não participar, por isso, deixei-me levar pela imaginação e fiz um pão com leite de coco e ameixas pretas.
O resultado não foi exactamente aquele que eu esperava, porque não se sente o sabor do coco, no entanto ficou muito agradável e por isso digno de partilhar.
Pão Doce com Ameixas Secas
Ingredientes:
Preparação:
Tradicional
Colocar as ameixas secas numa taça e regá-las com o vinho do Porto, reservar por 1 a 2 horas.
Numa taça colocar a farinha, o fermento seco, o açúcar e o sal, misturar e fazer um buraco no meio.
Amornar o leite de coco juntamente a manteiga durante 30 a 40 segundos no micro-ondas, se aquecer de mais esperar até ficar morna antes de utilizar, para não matar o fermento.
Juntar os ovos, o leite de coco e a manteiga à mistura de farinha e amassar até obter uma massa homogénea que se solta das paredes da taça formando uma bola.
deixar levedar numa taça untada e em local morno, até dobrar o volume pode demorar entre 30 minutos a 1 hora ou mais, consoante a temperatura ambiente.
Divida a massa e forme três rolos iguais, espalme-os para formar 3 rectângulos iguais, coloque as ameixas picadas no meio, no sentido do comprimento e enrole de modo que as ameixas fiquem no meio e obtenha de novo 3 rolos. Proceda de igual forma com as outras duas partes de massa. Forme então uma trança, coloque no tabuleiro de ir ao forno, sobre uma folha de papel vegetal e pincele com gema de ovo ou com o resto do vinho do porto onde as ameixas estiveram a hidratar.
Deixe a massa levedar mais 30 a 40 minutos e leve então ao forno aquecido a 180º C durante 30 a 40 minutos.
Se necessário tape com papel de alumínio para não queimar por cima.
Bimby
Colocar as ameixas secas numa taça e regá-las com o vinho do Porto, reservar por 1 a 2 horas.
Colocar no copo o leite de coco, a manteiga e o açúcar e programar 2 minutos, 37º, vel. 2.
Juntar os ovos e o fermento e programar 10 segundos, velocidade 6.
Por fim juntar a farinha e o sal e programar 3 minutos, velocidade espiga.
Retirar a massa do copo, formar uma bola e deixar levedar numa taça untada e em local morno, até dobrar o volume pode demorar entre 30 minutos a 1 hora ou mais, consoante a temperatura ambiente.
Divida a massa e forme três rolos iguais, espalme-os para formar 3 rectângulos iguais, coloque as ameixas picadas no meio, no sentido do comprimento e enrole de modo que as ameixas fiquem no meio e obtenha de novo 3 rolos. Proceda de igual forma com as outras duas partes de massa. Forme então uma trança, coloque no tabuleiro de ir ao forno, sobre uma folha de papel vegetal e pincele com gema de ovo ou com o resto do vinho do porto onde as ameixas estiveram a hidratar.
Deixe a massa levedar mais 30 a 40 minutos e leve então ao forno aquecido a 180º C durante 30 a 40 minutos.
Se necessário tape com papel de alumínio para não queimar por cima.
Nota: Se preferir adicione as ameixas picadas à massa antes de a pôr a levedar.
Em vez de uma trança, pode fazer bolinhas ou pequenos pães.
Hoje é o dia mundial da alimentação e também o WBD 2011 que é como quem diz o dia mundial do pão.
A história do pão confunde-se com a história da humanidade, e ele continua a ser a base da alimentação de milhões de pessoas.
Segundo o livro "O Pão em Portugal" de Mouette Barboff, uma espécie de bíblia do pão tradicional português, as primeiras espigas de milho chegaram a Espanha, em 1493, pelas mãos de Cristovão Colombo. Apesar de não podermos precisar a data da introdução do milho grosso em Portugal, certo é que os portugueses o adoptaram rapidamente e passou a fazer parte da alimentação principalmente no norte do país.
A broa, ou pão de milho como é chamado em algumas zonas, tem características diferentes de região para região, as minhas preferidas são a broa do Minho, que leva milho e centeio e a da região de Coimbra que é feita à base de milho e trigo, no entanto e apesar de muito popular no norte, a broa de milho, continua a ser considerada como pão de gente pobre ou humilde.
Para o WBD 2011 trouxe mais uma vez uma receita típicamente portuguesa, para ver o processo completo de como se fazia a broa de milho antigamente ver os videos dos links abaixo.
Video 2 - preparar o crescente e escaldar a farinha
Video 4 - moldar a broa e pôr no forno
Video 5 - tirar a broa do forno
Broa de Milho, Centeio e Trigo
Ingredientes:
Preparação:e à
Colocar as farinhas numa taça grande e escaldá-las com os 450 ml água quente onde misturou previamente o sal, mexer com uma colher de pau (ver video ao minuto 7:40). Deixar arrefecer a massa até aos 38º C e adicionar então o crescente misturado com o fermento de padeiro e um pouco de água morna. Amassar à mão para incorporar bem todos os ingredientes e se necessário acrescentar mais água. A massa deve ficar com uma consistência húmida e ligeiramente peganhenta (ver video ao minuto 9).
Alisar a massa com as mãos molhadas, polvilhar com farinha, tapar com um pano e deixar repousar durante uma hora a hora e meia, sabemos que a massa está no ponto quando tiver aumentado de volume e apresentar gretas por cima.
Dividir em duas porções iguais, polvilhar uma taça média com farinha de milho, colocar uma porção de massa, polvilhar de novo com farinha e rodar a taça com as mãos para dar forma à broa (ver video ao minuto 5:50)
Levar ao forno previamente aquecido a 220º C durante 30 a 40 minutos. Sabemos que a broa está cozida quando batendo na base obtemos um som oco.
Notas:
Peneirar todas as farinhas é essencial para o resultado final.
O crescente que utilizei era um resto de massa de pão de trigo que na véspera alimentei com igual quantidade de água e de farinha de milho.
Não sendo eu uma grande entendida no assunto, parece-me que o crescente ou massa velha é equivalente ao "sourdough" e à "masa madre" dos espanhóis.
A quantidade de água, não pode ser precisa porque ela varia consoante as farinhas que estivermos a utilizar.
Happy World Bread Day 2011 to everyone!
Thank You Zorra for organising this event year after year.
Antes de mais uma pequena reflexão.
Hoje comemora-se o Dia Mundial da Alimentação e o também o Dia Mundial do Pão, para aqueles que vivem numa sociedade moderna o meu pedido é que pensem duas vezes nos desperdícios alimentares que se produzem em cada uma das nossas casas e aproveitem-nos, com umas sobras de carne, façam umas empadas ou um empadão, com os restos de pão façam umas migas ou um pudim de pão, mas por favor não estraguem comida, pensem que por esse mundo fora ainda há gente que morre de fome. E com a crise que se faz sentir, nomeadamente em Portugal, há cada vez mais gente que vive no limiar da pobreza e que faria um banquete com muitas das coisas que não são aproveitadas em muitas casas portuguesas.
Agora sim, vamos ao que me trouxe aqui hoje, o pão.
Esta não foi a minha primeira escolha, queria trazer-vos mais uma vez um pão tradicional da minha região, mas infelizmente a experiência não correu bem. Por isso hoje acordei cedo e procurei uma alternativa, foi assim que ao folhear um dos melhores livros que tenho sobre Pão Português, encontrei um pão que curiosamente se chama Pão Espanhol, há anos que não o comia e há muito que não o vejo à venda, é um pão de miolo denso e muito branco, uma massa que leva uma percentagem pequena de água que faz com que seja boa para moldar, é por isso uma massa muito versátil e que puxando pela nossa imaginação dá para moldar pães com as mais diversas formas.
Optei pelas pinhas e pelos passarinhos.
As pinhas que em França também eram conhecidas por alcachofras, estiveram na moda nos séculos XVII e XVIII, tendo inclusive sido citadas por Diderot ou Malouin nas enciclopédias francesas da época. São feitas a partir de uma tira de massa que leva cortes de um dos lados e que depois é enrolada deixando os recortes para cima.

Os passarinhos, até há alguns anos atrás, podiam encontrar-se em quase todas as padarias de Lisboa, hoje creio que já não existem, são feitos a partir de uma tira de massa a que se dá um nó, sendo que uma ponta é a cabeça e a outra ponta é a cauda.
Pão Espanhol
(Adaptado do Livro "O Pão em Portugal" segundo a receita de Paulo Chagas)
Ingredientes:
Preparação:
Tradicional
Colocar a farinha e o sal num alguidar, fazer uma cova no meio colocar os restantes ingredientes e amassar até obter uma bola de massa elástica e moldável. Deixar descansar em local ameno e fora de correntes de ar até dobrar o volume. Pegar em pequenas quantidades de massa, cerca de 100 g, e moldar com a forma ou formas que quiser.
Levar ao forno quente a 180º até estar cozido. O tempo de cozedura varia consoante o tamanho dos pães, se fizer pães pequeninos cerca de 15 minutos são suficientes, se for um pão grande talvez uma meia hora.
Bimby / Thermomix
Colocar no copo a água o açúcar e a manteiga e programar 1 min., 37º, vel. 2.
Adicionar o fermento, 10 segundos, vel. 2.
Juntar metade da farinha e programar 4 minutos, vel. espiga, adicionando a restante farinha pelo bocal aos poucos.
Retirar a massa da máquina, colocar numa taça e deixar descansar
em local ameno e fora de correntes de ar até dobrar o volume. Pegar em pequenas quantidades de massa, cerca de 100 g, e moldar com a forma ou formas que quiser.
Levar ao forno quente a 180º até estar cozido. O tempo de cozedura varia consoante o tamanho dos pães, se fizer pães pequeninos cerca de 15 minutos são suficientes, se for um pão grande talvez uma meia hora.
Com esta receita participo no World Bread Day 2010, mais uma vez promovido pela Zorra, espero ter contribuido mais uma vez para divulgar mais um pão tradicional português.
Tenho o prazer de anunciar a 5ª Edição do Dia Mundial do Pão, que acontecerá no próximo dia 16 de Outubro, uma vez mais organizada pela querida Zorra do Blog 1x Umrühren Bitte.
Tal como nos anos anteriores, neste dia, vamos, mais uma vez cozer e falar de pão! Todos são bem vindos!
O tema é completamente aberto, podem fazer pão com ou sem fermento, usando massa velha, diferentes tipos de farinha, acrescentando sementes, etc.
Nunca fez pão? Está na hora de começar! É fácil e depois de sentir o cheiro do pão acabado de fazer na sua cozinha nunca mais vai parar de fazê-lo.
Não sabe que tipo de pão fazer? Não há necessidade de inventar a baguete de novo!
Poderá inspirar-se numa das edições anteriores do WBD roundup'06, WBD roundup'07, WBD roundup'08, WBD roundup'09 ou no BBD archive, mas se o fizer não se esqueça de mencionar o nome do blog que lhe serviu de inspiração.
Se não tiver tempo para cozer pão, pode comprá-lo na padaria e escrever um texto sobre esse pão ou a padaria onde o comprou.
Estou ansiosa para ver novamente uma cesta com pães vindos de todo o mundo!
Como participar:
Por favor, leia e siga atentamente as instruções abaixo. O preenchimento e envio do formulário e link para o post original são obrigatórios, se um deles estiver em falta a sua entrada não será exibida no Roundup. Obrigado pela sua compreensão!
A lista de todas as publicações (incluindo as imagens) será publicada antes do final de Outubro no blog acima mencionado, seria simpático que divulgassem posteriormente nos vossos blogs o link para Roundup final para que para além da vossa participação os vossos leitores possam ter acesso a todas as restantes participações.
Se tiver dúvidas ou sugestões, não hesite em contactar a Zorra.
Espero que participem, vamos de novo pôr as mãos na massa e mostrar os nossos pães.
Para participar no World Bread Day 2009 cuja mentora é a Zorra, escolhi um tipo de pão tradicional português, que eu adoro, e cujas origens, se perdem no tempo.
Parafraseando o Professor José Hermano Saraiva, eu diria que foi exactamente aqui, neste local, que tudo começou, para quem não conhece, estou a referir-me a Santa Maria da Feira e ao seu maravilhoso castelo, cuja foto foi gentilmente cedida por J A Moutinho.
A Fogaça é um pão doce português muito agradável e tem uma festa que remonta ao séc. XVI, a Festa das Fogaceiras que se realiza todos os anos em honra a S. Sebastião.
Esta festa surgiu há muitos anos atrás depois da mortandade causada pela peste.
Na altura os Condes do Castelo da Feira, estipularam uma renda anual de 30 mil reis para que a festa se realizasse e ao longo da nossa história a sua organização foi passando de mão em mão até aos dias de hoje em que é organizada pela autarquia da Santa Maria da Feira.
Mas a importância da Fogaça não fica por aqui, também existe uma Confraria da Fogaça da Feira, e vale a pena dar uma voltinha pelo site deles, foi lá que eu encontrei a verdadeira receita da Fogaça, embora sem quantidades, mas nestas coisas não há nada como a experiência, encontrei no entanto uma lista de ingredientes com quantidades no Blog da Turma de Pastelaria de Milheiros de Poiares, que depois de devidamente reduzida em quantidades deu a receita que vos deixo.
Fogaça
Ingredientes:
Para o fermento
Para a massa
Preparação:
Dissolve-se o fermento na água tépida e junta-se cerca de 200 g de farinha de trigo até se obter uma massa relativamente mole, que se deixa levedar entre 15 minutos a meia hora conforme a temperatura ambiente.
Depois, adiciona-se o açúcar com a canela, o sal, os ovos, a raspa de limão, o Vinho do Porto, a manteiga e a farinha necessária para se obter uma massa um pouco mais consistente do que a do pão. (das 600 g de farinha indicadas usei apenas 550g)
Deixa-se fermentar o tempo necessário para a massa dobrar de volume.
A seguir, pega-se na massa, divide-se ao meio e molda-se cada uma das partes num rolo comprido semelhante a uma serpente, isto é, mais espesso num dos lados.
Espalma-se este rolo com a mão, ficando uma tira que se começa a enrolar pelo lado mais largo, resultando numa pirâmide.
À medida que se vão enrolando, vão-se colocando as pirâmides num tabuleiro forrado com um pano polvilhado com farinha onde voltam a crescer (entre 30 minutos e 1 hora). Pincelam-se com ovo batido e, com uma tesoura, dão-se 4 golpes no topo da pirâmide de que resultarão as "torres do castelo".
Introduzem-se as fogaças no forno quente a (200º, o ideal era um forno de lenha, mas não tenho disso cá em casa), 15 minutos depois, tiram-se para fora, à mão, separam-se as "torres do castelo", permitindo assim que o calor penetre no interior das fogaças, cozendo-as uniformemente. Voltam ao forno para acabar de cozer.
Para perceberem melhor o processo de preparação das Fogaças de Santa Maria da Feira, deixo-vos um pequeno video que encontrei no Sapo:
Notas:
E isto é o que não devia ter acontecido... Mas nem sempre corre tudo bem, esta desmaiou:
In English:
The Fogaça is a Portuguese sweet bread, from Santa Maria da Feira which has a festival that dates back to the XVI century., “Festa das Fogaceiras” is held every year since then, in honour of St. Sebastian.
Fogaça de Santa Maria da Feira
Ingredients:
For the yeast
200 g Wheat flour T55
120 ml of warm water (150 ml used)
50 g fresh baker's yeast
For the dough
600 g Wheat flour T55 (I used only 550 g)
150 g sugar
10 g salt
120 g unsalted butter
3 eggs
2 g ground cinnamon (+/- half teaspoon)
lemon zest (+/- half teaspoon)
30 ml port wine (not in original recipe)
Preparation:
Dissolve the yeast in warm water and join about 200 g of wheat flour until dough is relatively soft, and let it rise for between 15 minutes to half an hour it depends on room temperature.
Then add the sugar with the cinnamon, salt, eggs, lemon zest, Port wine, butter and enough flour to obtain a dough a little more consistent than bread dough.
Then, take the dough, divide it in half and shape each part in a long roll like a snake that is thicker on one side. Roll the dough beginning from the largest side in order to form a pyramid.
As we go rolling we put the pyramids on a tray sprinkled with flour and let them rise again for about 30 minutes to an hour.
Brush them with beaten egg and cut the top of the pyramids with a scissor forming 4 hits in the top of the pyramid which will result in the "towers of the castle".
Put the fogaças in hot oven hot (200° C), (the ideal was a wood oven, but I haven’t it at home), 15 minutes later, take the Fogaças out of the oven, and separate the "towers of the castle" by hand, allowing heat to penetrate inside the Fogaças to cook them evenly. Return them to oven to finish baking.
Notes:
I can not say exactly the amount of flour needed. The dough should be, as I said, more consistent than bread dough.
The original recipe takes lemon juice, but I used Port Wine instead and the result was very good.
Patience is required to do this recipe, is very important to respect rising times, otherwise dough wouldn’t rise properly.
In the video above you can see more or less the way to form the Fogaça.
Este é o convite para participarem na 4ª Edição do World Bread Day 2009 - Yes We Bake.
Abaixo segue a tradução do convite feito pela Zorra, que é extensivo a todo o planeta terra.
Quem quiser participar neste evento pode fazê-lo sem que para isso seja necessário traduzir a receita. Não se esqueçam de ler atentamente as regras e força: Vamos cozer pão.
É com muito prazer que vos anúncio a 4ª Edição do World Bread Day, que terá lugar outra vez a 16 de Outubro, tal como nos anos anteriores:
O tema é completamente livre, basta fazer um pão, com ou sem levedura, usando isco (sourdough), experimentando diversa farinhas, adicionando sementes, etc.
É convosco! Como preferirem ou gostarem mais.
Nunca fizeram pão antes? Está na altura de tentar! É fácil, e depois de sentir o odor do pão acabado de cozer na vossa cozinha, nunca mais vão conseguir parar. Não sabem que tipo de pão hão-de fazer? Não é necessário reinventar o "papo-seco" de novo. Podem encontrar inspiração nos WBD roundup'06, WBD roundup'07, WBD roundup'08 ou no arquivo do BBD. Mas não se esqueçam de mencionar em que blog se inspiraram.
Se não têm tempo para cozer pão, podem comprá-lo numa padaria e escrever um texto sobre esse pão ou essa padaria.
Fico à espera de ver de novo uma cesta cheia de pães vindos de todo o mundo.
Yes we bake.
***
Como participar:
Leia com atenção as instruções que vêm a seguir. O envio de e-mail e o link para este post são obrigatórios, se um deles estiver em falta é possível que não apareçam na ronda final. Obrigado pela vossa compreensão.
***

| <a href="http://kochtopf.twoday.net/stories/annou |




World Bread Day